quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Dia da independência (Amor a pátria)


A relação de um cidadão com seu país ou pátria, na minha humilde visão pode ser comparada  à relação de amor existente entre duas pessoas,  só é possível se haver correspondência.  Como cidadão por mais que eu tente fazer minha parte contribuindo sempre, pagando meus impostos em dias, sendo honesto, não vejo esse país corresponder: a saúde é um caos só pra ilustrar ontem mesmo vir uma reportagem onde crianças recém-nascidas  morrem na fila da cirurgia em uma capital nordestina., a segurança a cada dia mais decadente, educação cambaleando (quantidade  sem qualidade) uma espécie de inclusão falsa, todo mundo na escola aprendendo quase nada, com raras exceções .  Uma corrupção miserável e cruel principalmente nos setores públicos, quando descoberto ninguém vai prezo nem devolve nada a impunidade impera.  Como posso me orgulhar ou amar um País desses.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Algo que incomoda


               Uma das coisas que mais me incomoda atualmente em ser pobre é ter que conviver em ambientes sendo forçado a ouvir certos estilos musicais bregas com letras chulas, imorais, estupidas, obscenas etc. Ás vezes fico incomodado só em pensar que quem cria e admira essas coisas fazem parte da mesma raça que eu.

domingo, 21 de agosto de 2011

Lamentável mas foi verídico


                 Andando pelas ruas de Gavião, ao encontrar alguns amigos comprometei-os e parei um pouco para conversar, eis que chega um pré-candidato a vereador das próximas eleições municipais, alguém o perguntou como estava a campanha ele bem destemido e sem ressentimento respondeu “ tá boa estou trabalhando muito, e continuou estou presente em tudo: aniversario, festa, missa, igreja de crente, sentinela, enterro não perdo nada” foram exatamente assim as palavras do cidadão. Bem me reservo ao direito de ficar calado, não dá para comentar um descalabro desses.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

AS DIFERENTES FORMAS DE VER(como sou democrático publico opinião diferente))

Apoderando-nos da semântica podemos atribuir diferentes sentidos ao enunciado ou fazermos vários julgamentos da pessoa que a escreveu. Em uma primeira interpretação diríamos que trata-se de alguém que apenas procurava algum espaço onde quer que seja, independente de feio ou bonito para expressar o que estava pensando ou sentido naquele momento, de forma banal, somente pelo mero prazer de escrever algo. Em uma segunda análise, podemos concluir que realmente o indivíduo ver o amor em tudo, até nas coisas mais simples da vida e vive cheio de amor para dar. Olhando de um outro ponto de vista talvez seja aquele ser solitário e carente de amor que vive no seu “mundinho” sem atrativos e encontrou inspiração nestas paredes corroídas para expressar sua solidão e falta de amor.
Qualquer que seja o sentido ou a intenção foi uma frase digna de ser lida, pois o que é de praxe se encontrar nesses locais são enunciados de teor pornagráfico. (Marta Nunes Gomes)

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Amor Sempre

Andando sem compromisso no último fim semana no entorno da Barragem de Gavião encontrei essa frase muito otimista cravada nas ruinas de um quiosque abandonado, imundo e bastante mal cheiroso, porém mesmo assim inspirou alguém. Realmente o sujeito que a escreveu sem dúvida vive com a vida abarrotada de amor, consegue ver amor em tudo, eu diria que quase enfartando de amor, acho até que sinto inveja dele no bom sentido é claro. Já pensou uma vida em que se ver amor em tudo, sem espaço para outro sentimento. Ah! Que bom gostaria de viver nesse mundo.

sábado, 18 de junho de 2011

Convenções Sociais, não dá para aceitar tudo.

A partir do momento que o homem passou a viver em grupo, conflito na comunicação, nas relações interpessoais começaram a surgir. Com isso independente da cultura ou religião criaram-se padrões morais que teoricamente devemos seguir geralmente impostos pela sociedade na qual vivemos. No entanto considerando a grandeza incalculável da subjetividade do comportamento humano. Essas convenções sociais acabam por acarretar em empecilhos para nós seres humanos buscar a nossa felicidade, ou seja, o bem estar espiritual, sentimental e profissional.  O filósofo grego Epicteto dizia “as crenças socialmente aprendidas não costumam ser confiáveis (...) muita gente declara com toda sinceridade que faz questão de manter a sua própria integridade, mas ao mesmo tempo assume atitudes irrefletidas (...) muitas sabotam seus esforços mais bem-intencionados por não enfrentarem sua verdade nem articularem um código moral próprio e coerente para pautar suas futuras ações”.
Com esse texto e citação não pretendo aqui causar uma revolução e sim um breve reflexão em nossa maneira de ver a sociedade em que vivemos.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

A brevidade da nossa existência


         Diante de nossas perdas somos levados a refletir sobre a brevidade das nossas vidas e sua transitoriedade. Para reforçar o que aqui exponho faço referência a essa citação bíblica: “Como a erva do campo assim são os dias dos seres humanos; como a flor do campo assim são; mal o vento sopra, logo deixam de existir, e o seu lugar se esvai”.
          Às vezes temos a sensação de que a vida não passará, e quando nos damos conta já perdemos o tempo que tínhamos. Creio que o sentido da vida está associado a sentimentos de harmonia e felicidade, mas nem sempre agimos de forma coerente. Muitas vezes deixamos que concepções e opções de vida que julgamos sábias interfiram nessa harmonia.  Diante dessa brevidade é urgente uma mudança de postura em relação a muitas de nossas atitudes. Talvez alguém  nesse momento pense: Vale a pena perturbar a vida  antecipando males futuros? Digo que não. Vale a pena viver o presente intensamente, pois é no mesmo que temos a possibilidade de plantar a semente para o futuro.
                É imprescindível  buscarmos  viver da melhor maneira possível tudo aquilo que queremos, pois os dias vão passando e de repente surge uma força misteriosa  que nos tira   quem  amamos e também leva-nos  embora para sempre, deixando apenas as lembranças que lentamente e sem que se perceba vão se diluindo no  decorrer   do tempo.                   Peço desculpas ao leitor por redigir este texto de caráter um tanto fúnebre. Acredito que no momento não estou vivendo da forma sugerida no mesmo, mas projetos e planos são importantes, pois nos dá a motivação e a confiança que precisamos para continuar nossa caminhada.  (Marta Nunes Gomes)